el vasco

Gosto da pegada. Da mão forte do norte da Espanha, do homem que deixa você acreditar que é ele quem manda. Os cabelos, a nuca, o pescoço, a coxa, os peitos e tudo mais que ele agarre com os olhos vidrados e a respiração descontrolada. Detesto tapas na bunda. Me lembram cenas mecânicas de filmes pornográficos. Na cara, levo quase todos os dias.

Algumas dizem que pernas bem trabalhadas fazem o sexo render bem. Outras olham para a bunda e para as costas, onde pretendem cravar suas garras. Eu olho as mãos. E prezo o silêncio da sintonia. Mãos grandes e firmes. Sorriso não muito simpático. Gentil sim, delicado, não. Cavalheiro e cavalo. Sim, valia a pena [y cómo valió] levá-lo para um canto.

Em vez de me pegar de mão cheia, como eu esperava, ficou passeando com a ponta dos dedos com maestria, como ‘navegador’ que não precisa de bússola. Em um movimento rápido, ficou por cima, de joelhos e com os braços apoiados. Com carne firme para pegar de frente, como quem diz: ‘aqui el que manda soy yo’. Quando baixou o ritmo [desespero], fiquei por cima. Sim, eles ‘deixam’ você brincar de atriz porque são verdadeiros diretores. Fechei os olhos e tombei a cabeça para trás. Com as minhas mãos apoiadas em seu peito, resolvi gozar no meu ritmo sem respeitar o dele. Eu me contorcia, ele se controlava. Tinha sua bomba nas mãos. E bombas deixam os vascos altamente excitados.

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