é duro

Os homens estão sentindo falta de dificuldades, de obstáculos, de um ritual de sedução e conquista que muito os entusiasmava e que – de uns tempos pra cá – desapareceu do mercado. Depois que as moças de família resolveram partir pro ataque, o desafio dos meninos perdeu boa parte da graça. O homem é, por natureza, um caçador. E a caça envolve uma série de etapas  que foram devoradas por fêmeas desesperadas que resolveram se armar para uma batalha onde vence [acreditam elas] a que estiver mais parecida com um dragão ou com a Danielle Winits.

Todas com seus peitos de silicone, bocas e caras tortas e vestindo lingeries que elas acreditam que possam apimentar o que nem salgado está, elas estão dispostas a tudo para não perder espaço na maratona do “eu preciso de um pau para chamar de meu”. #assédio

E, mesmo assim, seus parceiros continuam sentindo vontade de comer a vizinha, a babá do filho, a cunhada ou qualquer coisa que se mova, desde que não seja sexo imposto. Se deliciam com as curvas dos corpos lindos de meninas saindo de escolas e universidades. Com os lindos peitos de uma funcionária de supermercado que se agacha para resgatar um pacote de qualquer coisa no chão. São ereções espontâneas, sem cobrança ou pretensão.

Os homens não suportam mais sexo para preencher buracos vazios ou lacunas de uma agenda carregada. Não suportam mais comparecer, como dizem. Eles estão brochados. Eu também estaria. Ereção pura e involuntária é um luxo. Agora, sentir-se na obrigação de ficar de pau duro deve ser um lixo.

Sim, o texto é um tanto machista.

 

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