doriana

O Brasil é o unico país do mundo em que as feministas são loucas para casar e formar famílias Doriana. Bom, talvez não seja o único. Permitam-me exagerar.

Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir foram, talvez, o casal mais influente do século 20. Eles nunca se casaram, mas juraram devoção mútua um ao outro com total liberdade, numa tentativa de derrubar a hipocrisia sufocante da monogamia que, por tanto tempo, tinha ditado a vida das pessoas. E, também numa tentativa de romper com a burguesia, não tiveram filhos.

A mulher brasileira foi criada para casar e fazer bebês. É cultural. Falo de forma abrangente. Do país como um todo e não das que conseguiram escapar desse corredor polonês de ideias absurdas. Até hoje, os filmes nacionais que estouram as bilheterias são filmes de mulheres retardadas, desesperadas, com medo de não casar, vide mulheres são de vênus e qualquer coisa assim, da Monica Martelli.
A mulher passa o filme inteiro dizendo que não quer ser solteirona _ porém _ ela tem seu próprio negócio _ que é um sucesso _ e é uma mulher independente e belíssima. É patético.
Ou seja, um bom exemplo para a infeliz que vai assistir o filme.

Para facilitar a vida do público, já que a maioria da população está acima do peso e fazendo dietas insanas, agora, os politicamente corretos fizeram uma versão de quatro amigas gordinhas que segue o mesmo roteiro. E são gordas felizes, que fazem o tipo ‘sou feliz assim’. Ou seja, a feminista brasileira é uma incongruência de pernas e braços. É uma mulher que ainda coloca o homem num pedestal e não consegue admitir isso. Elas podem casar, dar cria e achar que feminismo é dividir as contas com os maridos, saber trocar o pneu do carro e tomar chope com as amigas uma vez por semana.

Pode ser um feminismo mirim. É aceitável. O que não é aceitável é essa mulherada confundir feminismo com lei Maria da Penha e querer cobrar isso da Camille de Paglia.

A violência doméstica num país de terceiro mundo é outra coisa. Bom, as abonadas também apanham. É 50 tons de cacete em todos os cantos do mundo. Os homens são mais fortes que as mulheres. Não dá pra brincar de queda de braço.
O feminismo trata de outro tipo de igualdade. Tudo fez parte de uma história que está sendo reconstruída, recentemente, aqui no Brasil. A igualdade de direitos está tornando a mulher mais livre. Com isso, teoricamente, ela tem como se libertar do casamento e não apanhar mais.
Os homens também apanham. Mas, não existe delegacia de homens. Só de mulheres. As transtornadas, quando não medicadas, quebram objetos, fazem atiramento de pratos e etc. Eles não se importam.

Quanto aos assédios tratados pelas novas feministas, devaneio coletivo. São muitas mulheres para poucos homens. Os assediados são eles e não elas, com suas plaquinhas patéticas, “minha minissaia não é um convite” ou “não quero ouvir fui-fiu” ou coisa parecida.

Mulher que não quer ouvir um fiu-fiu, não é mais mulher.
É um monstro. E, ela não quer ouvir fui-fiu quando passa numa obra. Toda essa revolta é seletiva. O fiu-fiu vindo de alguém que ela considera interessante deixa ela toda saltitante.

5 comentários sobre “doriana”

  1. Para as demais amigas que questionam o seu lugar no mundo e se colocam sempre como vítimas, vai a explicação do “dicionario aurelio”: Vítima: s.f. Animal ou indivíduo morto em sacrifício aos deuses.

    Falta muito equilíbrio nessa guerra insana entre os sexos.

  2. Excelente texto, Sílvia.
    A hipocrisia e muito “mimimi “, estão por todas as partes.
    Ninguém tem que : casar, ter filhos, viver com a mesma pessoa até o “fim” dá vida. (mesmo sendo totalmente infeliz ).
    Independente de ser homem ou mulher, todos buscamos essa tal “felicidade ” e ela está dentro de nós e não no outro.
    É ótimo ser desejado por alguém, sendo ou não comprometido.
    Faz bem pra alma e para o corpo.

  3. Fiu-fiu pra sua publicação…rsrsrs Infelizmente terá muita gente que não entenderá o seu texto. (…) Mais munição e pano pra manga. Oremos! 😉

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