Cheguei ao apartamento de Patrícia Araújo, em Copacabana, por volta das 18:00h, numa terça-feira. O susto foi grande. Perdi o fôlego. De cara lavada, calça de moletom e camiseta, Patrícia era ainda mais bonita e sensual do que nas fotos que eu havia visto na Internet.
Logo de cara, perguntei qual era o segredo da pele aveludada daquele lindo rosto. Ela responde: “Água, muita água”. Patrícia não fuma, bebe socialmente, não usa drogas e se preserva. Neste momento, quem pede água e acende um cigarro sou eu, tentando me concentrar e não me perder de vista.
Educada, delicada e extremamente doce, ela pede desculpas por me receber “daquele jeito”. Sim, além de tudo, a moça é modesta. Move-se sem pressa, com a segurança e a determinação de quem sabe exatamente a onde quer chegar. Seus movimentos são todos delicados, sua sensualidade é quase paralisante. É o tipo de mulher que vai ficando mais bonita ao longo da conversa. Exala charme misturado com Angel ou J’adore, seus perfumes prediletos.
Ao longo das quatro horas que passamos ali, o telefone de Patrícia não parava de tocar. Depois de cerca de 15 interrupções, ela perde [com classe] a paciência e desliga o telefone para que nossa conversa não seja mais interrompida.


